Curiosidades

Piores Pesquisas do Mundo

 

Tem umas coisas na internet que a gente encontra que não da pra entender. Algumas semanas atrás minha irmã me mostrou algo que achei meio inacreditável mas ao mesmo tempo criativo. O prêmio IgNobel. O prêmio consiste em uma brincadeira (levada a sério) com o prêmio Nobel. Ao contrário do famoso prêmio, desejado por milhares de intelectuais, o IgNobel premia descobertas sem sentido, que antes de tudo nos fazem rir, mas depois pensar.

Criado pela revista Annals of Improbable Research, desde 1991 a premiação ocorre a cada outono na universidade de Harvard. A idéia é premiar a criatividade, atrair interesse público para a ciência, medicina e para a tecnologia. Muitos prêmios são entregues por vencedores do original, e honroso, prêmio Nobel.

Vamos ver algumas pesquisas já premiadas…

– Um prêmio de física foi entregue a pesquisadores da Nova Zelândia que chegaram a conclusão de que pessoas que usam meias em cima dos sapatos tem menos facilidade de escorregar em superfícies cobertas de neve.

– Em linguística um dos premiados comprovou que os ratos não distinguem gravações em Holandês e em Japonês, tocadas de trás para frente. (oi?)

– Um dos vencedores do prêmio de literatura recebeu o prêmio por publicar seu relatório: “Publicação de Relatório sobre Relatório que Fala Sobre o Relatório que Recomenda a Preparação de um Relatório Sobre o Relatório do Relatório do Relatório”.

– As pulgas dos cães pulam mais alto do que as dos gatos, foi o resultado de uma das pesquisas vencedoras em biologia.

– Vacas com nomes produzem mais leite do que vacas que não são reconhecidas. Prêmio de medicina veterinária para eles.

– Falar palavrões alivia a dor, segundo os vencedores da categoria Paz, Richard Stephens, John Atkins e Andrew Kingston.

– A Universidade de Keio, no Japão, levou um prêmio em psicologia por provar que os pombos também merecem atenção especial. Depois de treinados, os pombos conseguiram distinguir pinturas de Monet e de Picasso. Interessante.

– John Trikaus recebeu um prêmio de literatura graças a diversos trabalhos acadêmicos publicados. Muito relevantes, eles falam de diversos assuntos como: a porcentagem de jovens que usam seus bonés com as abas para trás, a quantidade de pedestres que usam tênis brancos e o número de estudantes que não comem couve-de-bruxelas.

 

Bizarro não?

Beijos

Thábata

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